Histórias de sucesso

Histórias de sucesso #51: Nayara de Lima Moreira Antunes– TJAM, DPAM E DPRR

Olá pessoal!

Hoje o histórias de sucesso é com Nayara de Lima, aprovada no TJAM, na DPAM e na DPRR!

Ela gentilmente nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Nayara de Lima Moreira Antunes

Data de nascimento: 20/12/1986

Naturalidade: Manaus-AM

01 – Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas. Também fui aprovada nas segundas fases do TJPA (2012) E TJAC (2012).

02 – Outros concursos em que foi aprovado:

R: Defensor Público – Amazonas (meu cargo atual); Defensor Público – Roraima. Agente Tecnico Jurídico (analista) do Ministério Público-AM e Analista Judiciário (TRF 1).

03 – Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: 6 anos.

04 – Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim. Trabalhei desde o 1º período da faculdade como técnica judiciária no Tribunal de Justiça do Amazonas, cargo para o qual fui aprovada em concurso no ano de 2005. Permaneci no TJAM até ser aprovada na Defensoria Pública do Amazonas, pois, após formada, em 2010, passei a exercer o cargo de assessora de juiz e, logo em seguida, de diretora de secretaria, que permitiam a prática jurídica e um bom salário para manter minha família e as despesas com os concursos.

A partir de 2013, assumi o cargo de Defensora Pública no Amazonas. De início, no interior do Estado e, em 2016, na capital. 

05 – Tempo médio de estudos diário:

R: Tudo dependia da existência ou não de edital e da fase dos estudos. No começo, logo após formada, fazia curso telepresencial (LFG) e, além das horas no cursinho (umas 3 horas diárias), buscava estudar mais 3 horas. Saía do trabalho e ia pra biblioteca do cursinho e depois, quando chegava do cursinho, estudava mais um pedaço em casa. Isso foi por mais ou menos 1 ano e meio.

Quando terminei o cursinho estudava em média 4 horas diárias.

Em tempos de edital buscava tirar férias, aproveitar recesso e feriados para potencializar os estudos, chegando a estudar por 14 horas/dia.

Quando iniciei as atividades como Defensora Pública o tempo ficou complicado. Logo no início, quando fui para o interior (início de 2014), sobrava menos de 1 hora por dia para estudar. De qualquer forma, todos os dias lia algo, nem que fosse só jurisprudência.

Depois que fui transferida para uma comarca mais próxima da capital (2015) passei a estudar em média 3 horas por dia.

Por fim, ao sair o edital do concurso dos meus sonhos (TJAM), eram no mínimo 7 horas por dia nos dias de trabalho e 12 horas/dia nos feriados, fins de semana e férias. Nos períodos mais próximos da prova (15 dias antes), em média 14 horas/dia, pois pedia férias e saía de casa somente para o essencial.

Acho importante ressaltar que o estudo de longo prazo (sem edital) eu buscava fazer sempre de forma moderada, sem muitas horas diárias, pois me preservava para os períodos pós-edital, para mim muito importantes para guardar informações na memória recente.

06 – Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: Por um tempo usei um site chamado Tuctor, que auxiliava na distribuição proporcional do tempo conforme o edital do concurso. Depois passei a fazer minha própria divisão. Usava como base o edital da magistratura estadual e meu período para ver todas as matérias do concurso (13 ou 14) era de uma semana, ou seja, estudava 2 matérias por dia. Procurava colocar matérias menos densas junto com matérias mais pesadas (conforme minhas dificuldades). Por exemplo: tributário era sempre mais complicado, então colocava junto com administrativo, mais fácil de entender.

07 – Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Sim, especialmente com edital aberto. Sem edital, o estudo dos domingos era pequeno: no máximo 2 horas. Aproveitava para dormir até mais tarde, almoçar com a família e sair um pouco.

08 – Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Utilizei um grupo do facebook: mege. Nas fases de sentença utilizei grupos de whatsapp com outros candidatos do mesmo concurso.

Para a prova oral passei a seguir algumas contas de instagram, que foram o diferencial para conseguir conteúdo rápido e atualizado: bom no direito, ouse saber, senivaldo júnior, rodolfo tomaz.

09 – Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Fazia meus próprios resumos de jurisprudência e esse reputo um ponto diferencial na minha aprovação em 1º lugar na fase objetiva da magistratura do TJAM.  Eu estudei os informativos de frente pra trás. Isso mesmo: do mais recente para o mais antigo. É um “estudo retroativo” de jurisprudência. Eu utilizava os informativos completos do Dizer o Direito (não a versão resumida), para compreender a matéria de maneira mais abrangente, entender o julgado e o assunto por trás dele. Quando tinha muita dúvida ia diretamente ao acórdão ou voto. Isso me ajudava a memorizar melhor. Conforme a disciplina estudada no dia (ex.: penal e processo penal) eu estudava os julgados pelo Dizer o Direito. Não era o assunto do dia (ex.: prisões/sentença), mas sim a matéria mesmo: tudo de direito penal e tudo de processo pena que tivesse no informativo. Todos os dias, ao terminar a leitura da matéria, ia para os informativos do STJ e STF, lia os julgados relativos às disciplinas do dia e fazia pequenos resumos manuscritos. Sempre observando a ordem cronológica do mais recente para o mais antigo. Só passava para o informativo anterior quando esgotava o mais recente. E quando lançavam o novo eu logo tratava de ler também para acrescentar nos resumos. E assim fui, cronologicamente, esgotando todos os informativos de 2016 a 2012. Essa metodologia me ajudou a compreender o posicionamento atual dos Tribunais, bem como a saber a evolução e os julgados antigos, muitas vezes cobrados em prova

Exemplo do meu resumo:

PROCESSO PENAL – STF 2016

#INFO 842

  1. Execução provisória da pena (Decisão em medida cautelar em ADC)

– É possível após acórdão condenatório de 2º grau mesmo que haja RE ou REsp, pois estes não possuem efeito suspensivo e não discutem fatos e provas, apenas direito.

– Não ofende presunção de inocência. É possível estabelecer limites à presunção de culpabilidade.

– Segundo a OAB, que propôs a ADC, o art. 283 do CPP só admite prisão em virtude de flagrante/ordem escrito e fundamentada de autoridade judiciária competente/sentença com trânsito em julgado. STF respondeu que o art. 283 do CPP não afasta outros tipos de prisão.

Importante lembrar:

→ O cumprimento provisório exige apenas acórdão condenatório. Assim, se o réu foi absolvido em 1º grau e depois condenado em 2º grau, pode ser preso.

→ E se o réu, após ser preso, é absolvido pelo STF em RE. Há direito a indenização? Em regra NÃO. O STJ entende que nesse caso a responsabilidade do Estado não é objetiva.

→ É possível evitar a prisão por meio de cautelar ou HC no STJ ou STF.

  1. Condenado que pratica falta grave nos 12 meses anteriores à publicação do decreto de indulto natalino não tem direito ao benefício mesmo que a homologação da penalidade ocorra após o decreto.

– Assim, é a própria falta disciplinar que deve ter ocorrido antes da publicação do Decreto, não importando que sua homologação tenha sido posterior.

# INFO 841 – sem julgados de Processo Penal

# INFO 840 – sem julgados de Processo Penal

E assim por diante…Lembrando que eu fazia sempre manuscrito, por ser mais rápido para mim e me ajudar a memorizar mais fácil. Às vezes lembrava até do jeito que tinha anotado na página (rs). Para isso utilizava folhas de caderno, que eu destacava, grampeava e guarda em pastas por matéria.

Sobre os meus resumos de doutrina, passei a fazer algo diferente do estudo que fazia antigamente: em vez de resumir em cadernos ou fichas, fazia bem pequenos resumos em post its e colocava na parede ou na própria página do livro. Isso me ajudava a lembrar tudo mais rápido e buscar os detalhes na página do livro, caso necessário.

No começo achava que fazer resumos era cansativo, mas com o tempo percebi que esse material facilitava extremamente o período pré-prova, pois a revisão ficava muito mais rápida. Então tratei de fazer resumos breves nos post-its.

Utilizava também os resumos do “foca no resumo”, super atualizados, bem feitos e com muita informação de doutrina e jurisprudência. Além disso, gratuitos. Utilizava também o material do João Lordelo: qualidade!

10 – Fazia revisões do estudo nos moldes propostos por coachings (24h, 48h, 7 dias etc)? Com qual frequência?

R: Nem sempre conseguia. O certo é que todas as semanas via todas as matérias do edital. Não deixava um espaço maior que 7 dias para estudar a mesma disciplina.

11 – Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: Todos os dias.

12 – Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Para a prova objetiva, todos os dias.

13 – Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Todos os dias. Dizer o Direito na veia!

14 – Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Gosto muito do curso carreiras jurídicas do CERS. Acho o conteúdo completo e o corpo de professores excelente. Para quem está no início dos estudos para a magistratura ou precisa/quer formar um bom caderno de estudos é um bom curso. Podem ser feitos também cursos de matérias isoladas.

O CP iuris me ajudou muito com a P2 e as sentenças. Para mim é o melhor nessa fase.

Fiz alguns simulados para a prova oral com o MEGE on line. Gostei bastante. Fiz também simulados com o professor Marcelo Lage, via skype, que me ajudaram a desenvolver a habilidade de abordar e ampliar temas da prova oral.

Não fiz especificamente curso de oratória. Fiz um simulado presencial com o Curso Vocabulum, meu primeiro simulado e que me fez ver minhas deficiências para a prova oral.

O curso que fez a maior diferença na minha preparação foi o AEJUR, em Brasília. Foram 2 dias de curso, um dia para estudo do ponto sorteado e um dia de simulado. Esse curso foi o polimento que eu precisava para subir minha nota. Subi algumas posições com a nota da prova oral. As informações passadas pelo curso vão desde a parte de fonoaudiologia, etiqueta, postura, desenvolvimento de ideias, até a parte jurídica propriamente dita. Muito completo, profissional e sem impor padrões de comportamento para prova oral. O simulado oferecido, por fim, é idêntico à prova real e com avaliação pormenorizada pelos membros da banca.

15 – Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: O estudo “retroativo” de jurisprudência que indiquei acima.

16 – Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Sim. Geralmente dividia com colegas a pesquisa de julgados, artigos e outros trabalhos dos membros da banca.

17 – Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Não passei por essa situação nas provas de sentenças dos diferentes tribunais em que participei, mas se me ocorresse eu me filiaria ao entendimento dos Tribunais Superiores, de maneira fundamentada. É um risco em caso de concursos públicos, mas compreendo que se quer de um juiz um posicionamento claro e fundamentado, que explicite às partes suas razões de decidir. Assim, se a sentença, ainda que contra a jurisprudência do tribunal, encontrar esteio na jurisprudência pacífica dos tribunais superiores, estiver com boa técnica e apresentação, possui chance de ser bem avaliada pelos examinadores.

                                                    BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo – Vicente Paulo & Marcelo Alexandrino/Sinopses JusPodivm.

Direito Ambiental – Fabiano Melo; Frederico Amado.

Direito Civil – Flávio Tartuce. CC para concursos, Jus Podivm.

Direito Constitucional – Pedro Lenza; Marcelo Novelino.

Direito do Consumidor – Flávio Tartuce; Leonardo de Medeiros Gonçalves (CDC comentado artigo por artigo).

Direito Eleitoral – Sinopse Juspodivm, Jaime Barreiros. Material das aulas do Curso CERS.

Direito Empresarial – André Luiz Santa Cruz Ramos

Direito da Criança e do Adolescente – ECA comentado do Rogério Sanches/ Luciano Rossato.

Direito Penal – Parte Geral – Cleber Masson

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – Cleber Masson

Direito Penal – Legislação extravagante – Renato Brasileiro e coleção juspodivm de Leis Penais Especiais.

Direito Processual Civil – Daniel Assumpção. Lia também alguns temas específicos no Fredie Didider.

Direito Processual Penal – Nestor Tavora e muita jurisprudência.

Direito Tributário – Ricardo Alexandre.

Humanística – Noções Gerais de Direito e Formação Humanística (Saraiva); Vade Mecum Humanistico (GEN); Sociologia Jurídica (Ana Lucia Sabadell); Psicologia juridica (Jorge Trindade); Paulo Nader – Livro de IED; Filosofia do Direito Descomplicada, Bernardo Montalvão.

Sentença Cível – Raimundo Silvino da Costa Neto.

Sentença Penal – Ricardo Schimitt, Sentença Penal Condenatória.

Qualquer livro/curso que indique para o concurso que não se encaixa nas matérias acima (ex: livro de discursiva da juspodivm que tem várias matérias, vade-mécum de jurisprudência etc) –

→ Súmulas STF e STJ – Dizer o direito.

→ Livro de informativos resumidos do Dizer o Direito.

→ Curso de Humanística do MEGE.

→ Direito Finaneiro: Harrison Leite.

→ Para as provas discursivas indico o uso do site JusTutor, que tem um vasto banco de questões de concurso, é gratuito e tem correções feitas on line por outros concurseiros. Me ajudou muito.

→ O site do João Lordelo também tem resumos de qualidade gratuitos.

→ Utilizava diariamente o site questoesdeconcurso (qc) para responder questões durante minha preparação para a prova objetiva.

→ Procurava algumas aulas ou explicações de professores (ou outros concurseiros) no youtube quando não compreendia alguma matéria.

Mensagem final:

A aprovação em concurso público é resultado de persistência. Eu não sou muito otimista, então, para mim, ser aprovada em um concurso para a magistratura era algo distante, bem difícil.

Minha família era muito humilde. Morava com minha mãe e meus avós maternos, que não possuem o ensino fundamental completo. Minha mãe conseguiu, com dificuldade, concluir o ensino médio. Eu era a primeira a conseguir ingressar no ensino superior. Vinda de escola pública, o ingresso na universidade pública foi uma batalha, mas conseguido com o auxílio de cursos que concediam bolsas para alunos que conseguiam boas notas em simulados.

A faculdade de Direito veio junto com o primeiro emprego, após aprovação para o cargo de técnico judiciário no Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, o qual servi por quase 8 anos.

Ao ser aprovada na Defensoria Pública, três anos após a graduação, fiquei muito feliz com a importância do cargo ocupado, da instituição e sua finalidade constitucional. Cheguei a desistir por um tempo da magistratura por acreditar que jamais lograria a aprovação, pois como conseguiria estudar a contento com vários prazos para cumprir na Defensoria, muitos atendimentos, peças e audiências a fazer? Esse sentimento não durou mais que 3 meses e logo consegui um jeito de organizar o tempo e estudar.

No fundo, o sonho da magistratura era antigo e a ideia de não exercer a judicatura soava como algo pendente e de necessária realização. Sempre quis ser juíza, fazer audiências, inspeções, decidir. É o que toca meu coração, é a profissão que desejo exercer, consciente das suas dificuldades e desafios.

Hoje, vejo que somos capazes de chegar ao lugar que desejamos. Todos ao seu tempo e conforme suas dificuldades. Não importa se a aprovação vem com 3, 6 ou 10 anos após a graduação. Cada um tem seu tempo. A minha vez na fila foi 6 seis anos após me formar.

O tempo me ajudou a desenvolver meus métodos de estudo, consolidar conteúdo, aprender muito com outros concurseiros. Errei, grifei muito livro que nem lembro mais que li, fiquei várias vezes reprovada, mas também guardei muito conteúdo, tive algumas aprovações e fiz muitos amigos nessa jornada “concursística”.

Preservar a saúde e a convivência com a família e amigos é fundamental, mas, sinceramente, há momentos em que a nossa ausência precisa ser compreendida. A saúde, bem, essa muitas vezes vai pedir um pouco de ajuda. Tudo é temporário, tudo passa, é resolvido. O empenho e a força são recompensados. A aprovação chega, o exercício diário da profissão sonhada vem em seguida e você vai poder contar para todos o mesmo que estou relatando aqui: que persistir vale a pena.

Ser aprovada no Tribunal de Justiça do Amazonas, Corte da qual fui servidora e no Estado onde moro, era meu objetivo. Estou esperando ansiosamente o dia da minha posse e serei que as lágrimas virão. A posse, no entanto, não será um ponto final nessa trajetória, mas sim os dois pontos para o início da carreira que desejo.

Acho que me alonguei demais, então vai uma última palavra: se você não acredita que vai conseguir passar, que a caminhada está muito árdua, que não aguenta mais estudar, que o sono é forte, que não dá tempo pra mais nada, que tudo que você queria era ir a um restaurante, dançar, correr, conversar, ter um dinheiro (já que os cursinhos e livros te consomem todo), faça um exercício de força! Pense que está carregando um peso bem pesado, mas que vai valer a pena o momento da entrega desse peso, que está logo ali, pertinho, mais perto do que você imagina. Então que seja intensa, bonita e agradável a caminhada, mesmo dura, para você lembrar como foi difícil vestir a sua toga, e para que exerça com esse mesmo empenho a magistratura. Se você não para de pensar um dia sequer em ser Juiz, não vale a pena desistir. Siga sempre!

Você está

Você é

Você faz

Você quer

Você tem (Caetano Veloso, Dom de Iludir).

É isso! Até a próxima!

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