Histórias de sucesso

Histórias de sucesso #55: Gustavo Fernandes Sales – TJDFT e TRF-4

Olá pessoal!

Hoje o histórias de sucesso é com Gustavo Sales, aprovado no TJDFT e no TRF-4!

Ele gentilmente nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: Gustavo Fernandes Sales

Data de nascimento: 09.11.1987

Naturalidade: Marília/SP, mas sempre morei em Brasília/DF.

01 – Concurso(s) para magistratura qual(is) foi aprovado:

R: TJDFT e TRF-4.

02 – Outros concursos em que foi aprovado:

R: MPGO (promotor de justiça); Câmara dos Deputados (policial legislativo); MPU (analista); TJDFT (técnico judiciário).

03 – Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: 2 anos com dedicação exclusiva para o concurso da magistratura do TJDFT, mas comecei os estudos para outros concursos já aos 19 anos (2007).

04 – Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim, como policial legislativo federal.

05 – Tempo médio de estudos diário:

R: O tempo de estudo variou bastante ao longo de todo esse período. Acho que será interessante contar a trajetória desde o início. Eu era técnico judiciário do TJDFT desde o 2º ano da faculdade de direito e, quando me formei, passei a exercer a função de oficial de gabinete. Já tinha tido, anteriormente, a experiência de 2 anos como secretário de audiências. Assim, conhecia 100% do trabalho que realiza um magistrado e, aos poucos, fui constatando que exercia, de fato, uma boa parcela das atribuições de um juiz de direito, mas com um salário de servidor de nível médio. O engraçado é que só fui me apaixonar pelo direito após cursar uma pós-graduação da Escola Superior do MPDFT. Antes disso, eu era apenas um concurseiro que buscava cargos e salários melhores. A bem da verdade, sempre gostei mais do cargo de promotor de justiça, mas sabia que, de um jeito ou de outro, a vida vinha me preparando para a função de juiz de direito, razão pela qual me inscrevi, em 2013, no meu primeiro concurso para a magistratura do TJDFT. Não foi uma experiência muito proveitosa: fui reprovado na inscrição preliminar. Até hoje não sei o motivo, rs (só sei que fiquei indignado por perder quase 250 reais de taxa de inscrição). Pouco tempo depois, fui obrigado a abandonar essa jornada por força de algumas circunstâncias da vida. Tornei-me pai e fui acometido de severos problemas de saúde. Perdi a função comissionada em razão da licença para tratamento médico (embora tenha tido total apoio da juíza com quem trabalhava) e fui obrigado a me mudar para São Paulo a fim de iniciar o tratamento. Minha situação financeira estava realmente crítica, apesar de poder contar com o auxílio dos meus pais. Decidi então alterar a rota e focar em algum concurso mais “palpável” durante o período da licença. Estudei de 2 a 3 meses para o concurso da Câmara dos Deputados – policial legislativo – e, com muita sorte e muito esforço, consegui a aprovação em 3º lugar. Nessa época, estudava de 7h até 21h, parando só para comer e ir ao banheiro. Finalizei o tratamento e tomei posse em 17 de setembro de 2014. Quando deixei o TJDFT, prometi aos colegas que voltaria em breve, desta feita como juiz de direito! O curso de formação no novo cargo durou 3 meses, depois tirei férias e, em janeiro de 2015, reiniciei minha caminhada rumo à magistratura. Decidi jogar fora todo o meu material de estudo de anos anteriores. Comecei do zero, em uma página em branco do word. Separei o edital do último concurso de juiz do TJDFT e observei que precisava saber muito de 12 matérias distintas. Meu método era o seguinte: uma a uma, fui assistindo às videoaulas do CERS (carreiras jurídicas), em média duas aulas por dia. Complementava cada aula com todos os exercícios existentes para carreiras jurídicas dos últimos 2 anos sobre aquele assunto, no site questões de concursos. Adicionava os principais julgados dos informativos do STJ e do STF e findava com a leitura do capítulo pertinente de uma boa obra jurídica (digitava os trechos interessantes no meu material, para ter também a opinião da doutrina, além de colar as questões mais interessantes que eu respondia com o respectivo gabarito). A vantagem desse método é que o material ficou muuuuito completo; a desvantagem, o enorme tempo gasto para a confecção. Hoje eu não recomendaria essa forma de estudo aos colegas, por ser muito cansativa, mas eu não tinha pressa e foi o que deu certo para mim. Conseguia adiantar muita coisa no trabalho, inclusive. Poucos meses depois de iniciar essa montagem de resumos, saiu edital para novo concurso da magistratura do TJDFT (2015-1). Confesso que não gostei, pois não tinha conseguido finalizar nem metade das minhas apostilas “resumidas” (em verdade eram gigantes: constitucional, p. ex., tinha 800 páginas). De qualquer forma, aproveitaria a experiência para conhecer, “na vera”, a tão mistificada prova de juiz. Fiquei extremamente animado com o resultado: não tinha passado para a 2a fase, mas havia feito 70 pontos em uma prova cujo corte havia sido 73. Nesse dia, tive ABSOLUTA CERTEZA de que, na próxima vez, com mais tempo de estudo, passaria para 2ª fase. A missão não era tão impossível quanto parecia! Esse resultado do concurso 2015-1 foi divulgado em agosto de 2015. Em outubro do mesmo ano saiu novo edital para novo concurso da magistratura do TJDFT (2015-2). Não acreditei na minha falta de sorte! Ainda não havia dado tempo de terminar meus resumos, muito menos tempo de imprimi-los e estudá-los. Minha média de 6 horas de estudo por dia foi, então, quase duplicada, pois se tratava de uma corrida contra o tempo. Consegui chegar na data da prova com 11 matérias vencidas – essas matérias do final eram as mais curtas (CDC, eleitoral etc.). Só fiquei devendo processo civil (deixei por último por conta das mudanças do NCPC). Mesmo assim, estava muito confiante e consegui passar de fase, pela primeira vez! Para a 2ª fase, como era inexperiente, decidi me matricular no IAD (Instituto Avançado de Direito), excelente instituição aqui do DF a qual ministrou 30 dias corridos de treinamento para as questões subjetivas e sentenças. Aqui vai uma dica: será praticamente um milagre alguém ser aprovado na 2ª fase sem nunca ter treinado elaborar sentenças antes, pois o interregno entre a 1ª fase a 2ª é praticamente nenhum. Não dá tempo de aprender a fazer uma boa sentença penal e uma sentença cível razoável e, ao mesmo tempo, adquirir leitura suficiente para se garantir nas questões subjetivas, de acordo com o perfil da banca. Portanto, comecem a elaborar sentença desde hoje, pelo menos uma vez por semana ou uma vez a cada 15 dias, a caneta. Recomendo fortemente, para tanto, o site EMAGIS. A minha sorte é que eu fui oficial de gabinete em vara criminal, então eu “deitei” na prova de sentença penal sem precisar treinar (tirei a nota mais alta do concurso nessa sentença, e não há segredo nenhum nisso senão a prática: fazia no trabalho de 5 a 10 sentenças penais por dia, todo santo dia, durante 3 anos, rs). Meu ponto fraco, que era a sentença cível, eu aperfeiçoei treinando à mão sempre que dava (fiz umas 20 sentenças, mais ou menos, utilizando as “rodadas pretéritas” do EMAGIS, até o dia da prova). Na 2ª fase também é essencial o conhecimento aprofundado da banca examinadora, ao menos no caso do TJDFT. As questões são muito repetitivas e seguem uma mesma linha de pensamento em todo santo concurso. O exemplo mais famoso é constitucional: o examinador é fã de carteirinha do José Afonso da Silva e só o abandona em “controle de constitucionalidade”. Não adianta, portanto, ler outra coisa. O estudo das provas anteriores é FUNDAMENTAL (tanto para a 1ª quanto para a 2ª fase, e mais ainda para a oral). Dizem que a verdadeira prova da magistratura é a 2ª fase. A 1ª é só para “peneirar” aqueles que realmente estão dispostos a se sacrificarem para vencer o conteúdo quase infinito do edital, eliminando os aventureiros ou aqueles que ainda estão um degrau abaixo, e a 3ª é só para “homologar” ou reprovar aqueles que têm problemas na vida pregressa ou no psicotécnico. Isso é o que dizem, mas entendo que, embora com um certo fundo de razão, não é bem assim, principalmente no caso da oral. De toda forma, a 2ª fase é a principal e o estudo, desde o início, deve incluir a preparação para essa fase, do contrário o candidato vai passar várias vezes pela 1ª e reprovar o mesmo tanto de vezes na 2ª. Voltando ao depoimento, consegui passar raspando pelas questões subjetivas (acredito que só pode ser Deus, sorte ou destino, pois conheci vários estudantes mais preparados do que eu que não passaram por muito pouco; tudo depende da correção, que quase nunca é justa). Tive, novamente, muita sorte na fase de sentença, pois o tema da cível foi bem tranquilo, apesar da minha falta de familiaridade com a matéria. O tempo diário de estudo nesses poucos dias entre a 1ª e a 2a etapa foi “o máximo humanamente possível”. Estudava até nos sonhos, rs. Já para a prova oral, a preparação é muito diferente. O mais importante é o treino reiterado. Agradeço demais aos meus colegas de concurso pelas sessões de treinamento semanais (às vezes, 2x por semana). Em algumas oportunidades filmávamos, em outras contratávamos ou convidávamos pessoas para interpretarem o papel de examinadores, conseguíamos salas e auditórios para a simulação mais fidedigna possível e também utilizávamos o skype para o treino com colegas de fora do DF. Eu fiz 3 cursos específicos para prova oral (2 deles para o concurso do MPGO e 1 para o TJDFT) e antes havia feito 2 cursos de oratória para perder a timidez e o receio de falar em público. Também comecei a dar aulas de direito constitucional para melhorar a minha presença perante o público e a verbalização do raciocínio jurídico. Quanto ao material de estudo, decidimos montar praticamente do zero os 20 pontos que poderiam ser sorteados, um trabalho magnífico e extenuante que consumiu alguns meses, mas que foi IMPRESCINDÍVEL para o estudo nas 24h entre o sorteio do ponto e a prova oral. Também resolvemos todas as questões das últimas 4 orais do TJDFT (mais de mil questões), a fim de conhecer o estilo dos examinadores. O concurso teve sua 1ª fase em 10 de janeiro de 2016 e findou em março/abril de 2017. Nesse meio-tempo, resolvi prestar outros concursos. Aprendi que, mesmo focando em um concurso, é possível lograr êxito em outros, até mesmo de áreas diversas (MP ou concursos federais, p. ex.). Assim consegui ser aprovado no MPGO (um verdadeiro sonho, mas preterido em favor do TJDFT) e estou na oral do TRF4. Fui eliminado na sentença cível no TJRJ e abandonei a 2ª fase do MPSC e do TJRS.

06 – Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: Ao contrário da grande maioria, sempre gostei de estudar uma matéria por vez, até o final. Só na preparação para a oral que passei a mesclar as matérias (estudava por ponto).

07 – Estudava sábados/domingos/feriados?

R: Sempre. Estudar para um concurso desse nível é como se preparar para as olimpíadas. Exige 100% de dedicação e a diferença entre ganhar e não ganhar, passar e não passar é de milésimos de segundo ou de décimos de um pontinho. Procurei manter as atividades físicas (ao menos a musculação e umas corridinhas) na maior medida do possível, mas abandonei completamente quando saiu o resultado da 1ª fase até o final. O ideal seria manter alguma atividade física, mas eu sempre sentia, a cada etapa, que estava alguns passos atrás dos demais candidatos, e precisava dar um jeito de acelerar para conseguir ter êxito nos últimos metros, no melhor estilo Bolt, rs. Foi uma decisão de sacrifício. Contudo, aos estudantes que já possuem uma bagagem maior de estudos, recomendo fortemente que não abandonem a saúde física, pois ajuda d+ no rendimento intelectual e na aprendizagem.

08 – Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Acredito que os grupos de whatsapp só passam a valer a pena a partir da 2ª etapa. Os candidatos podem se ajudar muito com divisão de tarefas, resumos, conhecimento sobre examinadores. Para a oral acredito ser essencial.

09 – Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: Eu acredito intensamente que resumos só ajudam se foi você mesmo quem os fez. Resumos dos outros nunca deram certo para mim. Mas conheço dezenas de pessoas que estudam por resumos encontrados na internet, super bem feitos, e aprovam.

10 – Fazia revisões do estudo nos moldes propostos por coachings (24h, 48h, 7 dias etc)? Com qual frequência?

R: Não. Eu estudava uma matéria por vez e deixava uns dias no final para revisar todas elas.

11 – Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva? Costumava usar algum site, aplicativo ou livro para fazer os exercícios?

R: Diariamente, pelo site questões de concursos (1ª fase); exercícios passados pelos professores e de provas anteriores, sempre a caneta ou lápis (2ª etapa); questões das provas orais anteriores e questões que entendíamos pertinentes, verbalizando como se fosse no dia da prova (oral).

12 – Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Diariamente. Claro que deve ser priorizado na 1ª fase, mas também ajuda bastante na oral.

13 – Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Diariamente. No início, lia direto nos sites dos tribunais (informativos). Depois passei a estudar pelo Dizer o Direito.

14 – Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: EMAGIS para sentenças. IAD (presencial) especificamente para o concurso do TJDFT (fiz para 2ª fase). Gostei muito das vídeoaulas do CERS, mas isso foi em 2015. Hoje não sei qual curso é melhor e acho que só serão úteis para quem está iniciando os estudos para 1ª fase, e não para quem já é mais experiente. Para a oral, recomendo cursos específicos para cada órgão, ministrados por membros daquela instituição, qualquer que seja ela.

15 – Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: Conforme relatei anteriormente, acho mais inteligente um estudo conjugado paras as 2 primeiras fases, pois o lapso temporal entre uma e outra é muito exíguo. Não adianta nada passar na primeira e cair na segunda. Para a oral, o jogo muda.

16 – Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Já comecei a estudar o perfil dos examinadores na 1ª fase. 15 dias antes do certame eu imprimi as 3 últimas provas do TJDFT e as fiz. Depois consultei o gabarito e o edital de divulgação dos aprovados para saber em que colocação eu ficaria, e isso me deu muita confiança para a prova.

17 – Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Em questões subjetivas ou orais, se souber os dois, cito os dois, rs. Na sentença, o posicionamento do Tribunal local (se for pacífico dentro daquele Tribunal). Já constatei na prática que muitos examinadores não estão nem aí para o que STF e STJ pensam na hora da correção da sentença, e não adianta recorrer. 

18 – Caso queira deixar uma mensagem final a quem ainda está em busca da aprovação, fique a vontade:

R: Aos colegas estudantes, saibam que a aprovação é certa para aquele que escolheu seguir essa trajetória e possui ou desenvolve grande força mental, confiança em si mesmo, pensamento positivo e, não menos importante, não tem medo da derrota. Perder também faz parte da vida. Um grande passo para a realização do sonho é tirar essa pressão dos ombros e se preparar “tranquilo” para as provas, fazendo o seu melhor independentemente do resultado, dormindo bem à noite e tentando aproveitar a jornada da melhor forma possível. São dois ou mais anos árduos, mas você também conhece muitas pessoas legais e, principalmente, descobre quem você é de verdade; percebe que é capaz de superar qualquer desafio nesse mundo! Espero ter ajudado. Bons estudos a todos!

                                                      BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo – CARVALINHO, mas acho importante conhecer as principais ideias de CELSO ANTÔNIO e DI PIETRO.

Direito Ambiental – algum esquematizado ou sinopse

Direito Civil – CRISTIANO CHAVES e ROSENVALD. Importante conhecer os enunciados do CJF.

Direito Constitucional – para o TJDFT, JOSÉ AFONSO DA SILVA e DIRLEY DA CUNHA JR. (somente para controle de constitucionalidade).

Direito do Consumidor – Obra conjunta de CLÁUDIA LIMA MARQUES, HERMAN BENJAMIN etc.

Direito Eleitoral – JOSÉ JAIRO GOMES, mas acho que a sinopse do JAIME BARRETO já quebra o galho

Direito Empresarial – aulas do MARLON TOMAZETTE. Quanto às obras, cada autor vai melhor em um assunto. O SANTA CRUZ é bom em algumas coisas, mas muito fraco em contratos, p. ex. Importante saber as principais ideias do FABIO ULHOA. No concurso do TJDFT, empresarial cai forte.

Direito da Criança e do Adolescente – Obra conjunta do ROSSATO, LÉPORE E SANCHES

Direito Penal – Parte Geral – NUCCI e MASSON

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – NUCCI e MASSON

Direito Penal – Legislação extravagante –  NUCCI

Direito Processual Civil – MARINONI (NCPC comentado)

Direito Processual Penal – NUCCI e BRASILEIRO

Direito Tributário – RICARDO ALEXANDRE e LEANDRO PAULSEN

Humanística – difícil uma única obra ser completa. O ideal é buscar o melhor em cada livro. Salvaram-me as aulas do prof. Juliano do IAD e os textos complementares que ele indicou.

Sentença Cível – Obra conjunto de RAIMUNDO SILVINO DA COSTA NETO e outros.

Sentença Penal – para quem nunca viu uma sentença penal, há o livro do RICARDO SCHMIDT. O melhor mesmo é treinar fazendo à mão.

Qualquer livro/curso que indique para o concurso que não se encaixa nas matérias acima – livro de jurisprudência do ano e talvez do ano anterior do Dizer o Direito.

É isso! Até a próxima!

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