Histórias de sucesso

Histórias de sucesso #59: Anelize Beber Rinaldin – TJGO.

Olá pessoal!

Hoje o histórias de suceso é com Anelize Rinaldin, aprovada no TGO!

Ela gentilmente nos concedeu a entrevista que segue:

Nome: ANELIZE BEBER RINALDIN

Data de nascimento: 10/12/1981

Naturalidade: Campo Largo – Paraná

01 – Concurso (s) para magistratura qual (is) foi aprovado:

R: TJGO – 56

02 – Outros concursos em que foi aprovado:

R: Concursos menores como procuradora, dentre os quais o de uma Câmara Municipal na qual trabalhei por 4 (quatro) anos e que me propiciou estudar para a magistratura

03 – Período de estudos até a primeira aprovação em concursos de magistratura:

R: Aproximadamente, 4 anos.  Com uma carga horária reduzida na Câmara pude conciliar o trabalho com os estudos.

04 – Trabalhou durante os estudos? Cargo?

R: Sim. Fui advogada durante muitos anos e quando decidi estudar para a magistratura, deixei a sociedade em um escritório e assumi o cargo de procuradora em uma Câmara Municipal para conciliar trabalho com estudo.

05 – Tempo médio de estudos diário (horas líquidas):

R: Nas épocas mais intensas, em média 07 horas líquidas por dia, incluindo finais de semana e feriados.

06 – Quantas matérias diferentes lia por dia? E em uma semana?

R: Dependia da fase de cada concurso. No início, preferia começar uma ou duas matérias e esgotá-las até passar para as próximas. Em fases mais avançadas e já tendo “esgotado” todas as matérias, dividia a semana pelo número de matérias, lendo um pouco de cada por dia.

07 – Estudava sábados/domingos/feriados?

R: No início dos estudos não, mas depois que entrei no ritmo (aproximadamente por dois anos) sim.

08 – Utiliza grupos de facebook/whatsapp para estudar? Acredita que valha a pena?

R: Sim. Sempre aprendi bastante coisa com os grupos, mas é preciso filtrar bem.

09 – Fazia resumos/cadernos ou utilizava algum feito por outras pessoas?

R: No início, utilizei cadernos feitos por outras pessoas, já que não cheguei a fazer um curso preparatório regular, mas depois fui construindo meus próprios cadernos.

10 – Fazia revisões do estudo nos moldes propostos por coachings (24h, 48h, 7 dias etc)? Com qual frequência?

R: Não. Nunca me adaptei.

11 – Com qual frequência fazia exercícios para prova objetiva?

R: Para provas objetivas sempre procurei resolver provas passados. Toda semana, próximo a provas objetivas, resolvia uma ou duas provas, mas fazia isso em forma de estudo e não de treino. Tentava, claro, resolver a matéria, mas depois lia outros artigos que envolviam o assunto cobrado. Isso, para mim, funcionava super bem.  Costumava passar nas provas objetivas.

12 – Com qual frequência lia “lei seca”?

R: Quando abria um edital, tentava exaurir algumas “leis secas” menores e, ainda, lia os artigos relacionados a assuntos que costumeiramente eram cobrados. Essa noção eu extraia das provas anteriores.

13 – Com qual frequência lia jurisprudência? Lia diretamente dos sites dos Tribunais Superiores ou através de outros sites (como dizer o direito ou EBEJI)?

R: Sempre. Acompanhava quase que diariamente o Dizer o Direito, fazendo meu próprio resumo com base no que era postado no site. Gostava de ler a versão mais completa, porque já é uma forma de revisão dos assuntos.

14 – Indicaria algum curso online com foco em magistratura/carreiras jurídicas?  Indicaria algum curso de oratória para a fase oral?

R: Ao longo dos estudos, acabei comprando algumas aulas avulsas do CERS (Renato Saraiva), daquelas matérias que tinha maior dificuldade e achei muito boas. Para a prova oral, eu fiz o curso de oratória da Rogéria Guida, no RJ e gostei bastante.

15 – Indica algum método diferenciado de estudos para alguma das fases (objetiva/discursiva/sentenças/oral)?

R: A questão de método de estudo é muito particular, mas a forma de resolver provas anteriores em forma de estudo, como eu fazia, me ajudou muito e eu recomendo. Também gostava muito de analisar as provas discursivas e as sentenças dos últimos concursos, pois é muito comum a repetição dos temas.

16 – Estudava a banca/examinadores responsável pela elaboração das provas da segunda fase em diante?

R: Cheguei a fazer estudo algumas vezes, mas, sinceramente, não achei que isso ajudou tanto. Por vezes, acabamos apostando as fichas em alguns temas e somos surpreendidos.

17 – Se o tribunal é responsável pela elaboração das sentenças e tem um posicionamento diverso do pacificado nos Tribunais Superiores, adotaria qual posicionamento?

R: Adotaria o do Tribunal, tentando deixar transparecer o conhecimento adotado pelos Tribunais Superiores.

18 – Recado para aqueles que ainda estão em busca da aprovação:

R: Com persistência e disciplina, vai dar certo!!

 

                                                   BIBLIOGRAFIA

Quais livros/autores ou cursos/cadernos indicaria para os estudos nas matérias abaixo (se possível, especificar o professor de cada matéria nos cadernos/cursos):

Direito Administrativo – estudei pelo Manual de Direito Administrativo de José dos Santos Carvalho Filho e pelo Celso Antônio Bandeira, embora ambos tenham divergência com o restante da doutrina. Também li caderno feito com base na Sylvia Zanella.

Direito Ambiental – li, boa parte, do livro “Direito Ambiental Esquematizado”, do Marcelo Abelha Rodrigues e bastante jurisprudência.

Direito Civil –estudei alguns institutos pelo Tartucce.

Direito Constitucional – estudei alguns pontos pelo Novelino, passando, esporadicamente, pelo livro do Pedro Lenza. Também assisti aulas da Flávia Bahia, do CERS.

Direito do Consumidor – meu próprio caderno com muita jurisprudência, além do livro de “Direito do consumidor”, coleção leis especiais da JusPodivum.

Direito do Eleitoral – li boa parte do livro do Roberto Moreira.

Direito Empresarial – aulas avulsas do CERS, do professor Juan Vasquez, além de meu próprio caderno, com bastante jurisprudência.

Direito da Criança e do Adolescente – meu próprio caderno, com jurisprudência e, por fim, o livro do Rogério Sanches/Luciano Rossato.

Direito Penal – Parte Geral – estudei pelo Cleber Masson

Direito Penal – Parte Especial do Código Penal – gostava do Código Penal Comentado do Nucci, mas só lia os artigos mais importantes.

Direito Penal – Legislação extravagante – nada específico.

Direito Processual Civil – li, boa parte, do Direito Processual Civil Esquematizado do Marcos Vinicius Rios, aprofundando alguns pontos em autores mais tradicionais.

Direito Processual Penal – meu próprio caderno e alguns pontos do livro do Eugênio Pacelli.

Direito Tributário – adquiri as aulas avulsas da professora Josiane Minardi, do CERS, além de ter meu próprio caderno, com bastante jurisprudência.

Humanística – aulas do professor Rosangelo Miranda, do MEGE e seus áudios, além do vade mecum humanístico e de textos esparsos, como a coluna do Lênio Streck.

Sentença Cível/ Sentença Penal – acabei fazendo coach para as sentenças, que ajudam bastante a “organizar” as ideias e a não esquecer nenhum ponto a ser abordado. Mas, para a fase de sentenças também é essencial a revisão da jurisprudência.

Qualquer livro/curso que indique para o concurso que não se encaixa nas matérias acima –  

Gostava dos livros de discursiva da JusPODIVM e também dos livros de jurisprudência do Dizer o Direito. Além de ter meu próprio resumo, a cada lançamento adquiria o meu exemplar para revisão.

 É isso! Até a próxima!

 

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